Make Text BiggerMake Text SmallerReset Text Size 

Menu Principal

Início
Contato
Notícias

Usuários Online

Nós temos 5 vistantes online

Sobre o autor

Henrique Bolzan Batista é consultor de TI e desenvolvedor de soluções de software. Desde 2001 passou a adotar profissionalmente soluções open source. Um dos seus principais argumentos para o uso de software gratuito é a liberdade de decisões que ele proporciona, já que não é preciso submeter nenhuma idéia a aprovações de ordem financeira. Entre em contato através do e-mail Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo .

Enquete

Você gostaria de publicar seu próprio site?
 
Open source: decida se é bom para sua empresa Imprimir E-mail
Por Henrique Bolzan Batista   
18 de novembro de 2007
Quando a empresa cresce e o licenciamento de software começa a se tornar uma preocupação séria, é hora de tomar uma atitude. Para muitos, a adoção de plataformas open source é um tabu. A falta de informação ou, pior, a informação errada difundida pelos grandes fabricantes de software, interessados na manutenção da ignorância do usuário, leva, invariavelmente, executivos e técnicos a tomarem a decisão errada.
Existem diversos fatores a se considerar na hora da decisão, mas o princial costuma ser o TCO, sigla para Total Cost of Acquisition que significa Custo Total de Aquisição. Sob o ponto de vista do TCO, os fabricantes de software comercial vendem a idéia de que o custo de licenciamento do software é o que menos pesa, e complementam com afirmações ameaçadoras do tipo "a quem você vai recorrer quando precisar de suporte?" ou "uma empresa tem um projeto de desenvolvimento e manutenção, um software livre não é mantido por ninguém". Essa é uma tática notória de marketing conhecida como FUD (fear, uncertanty and doubt) ou medo, incerteza e dúvida. Ao invés de comparar produtos, a empresa lança dúvidas ou acusações vagas com o objetivo único de confundir o comprador. Mas existe alguma verdade nessas afirmações? A adoção de software open source é realmente mais barata? O que considerar na hora de tomar a decisão?

Em primeiro lugar, não acredite em tudo que os fornecedores de software comercial dizem, mas tome cuidado também com a opinião dos fanáticos. A melhor escolha depende de uma avaliação racional do contexto da empresa. É possível, por exemplo, que o TCO seja mais baixo mesmo pagando o licenciamento de um produto comercial, se estivermos considerando uma empresa muito pequena ou um "home office".

É verdade que o preço das licenças não é o único componente do TCO, mas é leviano afirmar que o seu peso é o menos relevante. Ao avaliar o TCO, deve-se considerar também o custo de treinamento, suporte, produtividade e os riscos envolvidos.

Como exemplo, vou citar um caso que vem se tornando cada vez mais freqüente: a adoção de um pacote office gratuito. A versão básica de um pacote office comercial bem conhecido custa R$1.000,00. Se considerarmos uma empresa com 50 computadores, a conta do TCO já começa em R$50.000,00. Ao adotar um pacote como o BrOffice, versão brasileira do Open Office criado pela Sun Microsystems, esse valor cai para zero. E os outros custos são os mesmos. Grandes empresas perceberam que qualquer propaganda contra o BrOffice era mentirosa e passaram a adotá-lo. É um bom começo para quem está pensando em migrar para open source.
Última Atualização ( 25 de novembro de 2007 )
 
< Anterior

XHTML | CSS | RSS
Joomla Business Template - joomlatemplates.com